Atualmente, não é novidade saber que a Língua Portuguesa, o idioma presente na vida de mais de 210 milhões de pessoas, passou por várias alterações. Presença e ausência de tremas, acentos águdos e circunflexos, uso de duas consoantes ou uma em uma determinada palavra, hífen restrito para poucas objeções, e assim segue. O dicionário com as novas alterações não demorará a ser lançado. Boa idéia descobrir o que há de novo, não?
Saber fazer uso correto da pronúncia é extremamente importante, inclusive, ao escrever pois; é preciso ter domínio das formas de expressões que for utilizar. O português é sem sombra de dúvida, a grande e temida primeira impressão de seu comportamento. Revela inúmeras características, cuja estas, refletem em diversas interpretações devido a quem e como forem dirigidas.
Norma culta e norma coloquial. Há diferença? Extremas, tanto quanto saber caminhar. Norma culta ou linguagem correta - como preferirem -, é falar e se pronunciar conforme o ambiente que se está. Jamais use na primeira ou segunda pessoa. Apenas terceira e, assim por diante dependendo de como pretende se expressar. Não se pode usar gírias, muito menos gesticular como se estivesse entre família. Existe uma postura requirida que precisa ser respeitada, principalmente por você.
Norma coloquial. Linguagem dita no dia-a-dia, tranquilidade sem preocupação quanto ao comportamento. Falar o que quer, como quiser, especialmente, se for entre pessoas e ambientes que não exijam detalhes por menor, mas que em grande maioria, é importante ao ponto de decidir quem és. Muitas vezes torna-se habitual e dificulta por conseguinte nas mudanças de ambiente. Cuidado, não deixe que isso lhe afete em lugares que você sabe que não é sempre assim.
Há uma grande diferença entre ler, escrever, falar e interpretar. Um conjunto que requer empenho se deseja fazê-lo bem. Não se pode sair por aí dizendo o que lhe vier em mente sem nem ao menos conhecer ou nutrir algum interesse. Provavelmente esteja aí o grande erro. Primeiro é preciso saber onde usar o português adequado, pra quem você quer falar, como quer se expressar, que imagem pretende transmitir, etc.
Para exercitar e evitar erros desnecessários, há uma forma sem igual e que nos remete a grandes reflexões e mudanças de convicções que tendem a ser para uma vida produtiva em todos os sentido. Leitura, apenas leitura. Muita gente detesta, mas se soubessem o quão essencial é, já teriam invadido as prateleiras e viajado sem hora pra voltar a realidade.
Através dela, é possível agregar vastos tipos de aprendizados. Conhecimento de bons vocabulários e compreensíveis, histórias que ajudam em muitos aspectos da vida de qualquer pessoa, lógicas de pontuações, reflexões importantes, benefícios de escrita, dentre outras mais. Isso é válido para todos, e sem esquecer, claro, não faça por obrigação, mas por amor. Afinal, a Língua Portuguesa só pede mais cuidado para usá-la, pois só tende a lhe ajudar, sempre.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Cuide do seu português. - Por Tassiana Magalhães
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segunda-feira, 16 de junho de 2008
Mantenha o foco, sempre! - Por Tassiana Magalhães
Como devem saber, sou pré-universitária, e estou em uma preparação constante para o vestibular e tudo o mais que vier por conta da universidade e juntamente com adicionais paralelos. Acontece que não é simplesmente isto. Quando você quer decidir um rumo para o futuro, primeiramente, precisa ter certeza de que aquilo é o certo. Que não basta só querer, é necessário entusiasmo e paixão.
Hoje em dia, sempre nos perguntamos quais os objetivos que devemos ter para quando relacionado ao futuro e, também, em qualquer outro setor da vida. Mas, questionar-se sempre talvez não seja o que muitos desejam saber. Mergulhar de imediato em algo que não se tem certeza de que será pela vida toda pode trazer grandes decepções que podem ou não produzir algum aprendizado.
Mantenha o foco. Tenha objetivos, não subestime sua própria capacidade pois; por vezes poderá surpreender-se de modo que não esteja preparado. Isso ocorre geralmente em situações que não se sabe que caminho trilhar. Ora por falta de instrução, por medo, por indecisão, etc. Eis um modo de não ter surpresas desagradáveis; seguir o seu instinto.
Estabelecer um objetivo, uma meta na vida, não é apenas ter certeza do que fará contínuamente. É, também, respeitar o seu futuro, a sua carreira a qual sonha e que lhe traga momentos de realizações. Claro que sempre há os prós e contras, mas se não o fosse, de quê valeria tudo dentro de um roteiro e que ao tomar proporções próprias não soubéssemos improvisar?
Eis o que costumo avaliar como um determinante para o que venha a ser conquistar uma carreira de sucesso. Afinal, na hora de decidir a vida após o Ensino Médio, ela começa a lhe apresentar a pressão existente dentro do mercado e transmite sinais que podem ajudar muito! Porém, consta a você decifrá-los ou apenas deixar que sigam em vão.
Pense e reflita sobre o que você espera para o seu futuro. Ele não pode ser um rascunho, pois voltar atrás nem sempre nos permite uma segunda chance. Chance esta, que tens que aproveitar o máximo possível para fazer bom uso de tudo o que possui e atribui em cima do que julgas ser o correto daqui por diante.
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sexta-feira, 13 de junho de 2008
Seja inteligente. Estude. - Por Gabriela Schuch
Ser CDF. Já me perguntei várias vezes porque estudar e ter boas notas são sinônimos de preconceito por muitos. Se, estamos na escola, não é para aprender? Esses dias uma professora disse em aula: “Alguns de vocês deveriam dar queixa no Procon, só que contra vocês mesmos, uma vez que jogam fora a oportunidade de absorver o máximo das aulas que não saem de graça”.
Turma do fundão sinônimo de popularidade. Sentar na frente, não conversar e estudar para provas é quase a mesma coisa que se suicidar socialmente. Em um mundo onde tantos tabus são diariamente quebrados, é quase que inadmissível esse preconceito permaneça.
"CDF", com muito orgulho!

É assim que Bruna encara o título de estudiosa que recebeu ao longo de seus anos de estudo. Para ela que namora, tem amigos, faz tudo o que gosta de fazer, ser CDF é uma virtude. Ela afirma que estudar não é prejudicial à vida social, além de ser essencial para o futuro.
“Eu não fico chateada com quem se arria em mim, e sabe por quê? Porque eu não dou bola pra isso, sei o quanto o estudo é importante na minha vida e acho q cada pessoa deveria ter consciência disso”.
Ser CDF não está ligado com ser mais ou menos inteligente, mas sim com aproveitar as oportunidades que lhe são dadas. Embora pareça, não estudar e levar tudo no “oba-oba” não é virtuoso. Ao querer ser muito bom, você acaba sendo ruim para si.
“Sinto pena de quem não leva os estudos a sério, pois mais tarde vão sentir falta de tudo que deixaram de aprender enquanto era possível”, finaliza Bruna.
Pra pensar
Obviamente por trás de estudiosos existem pessoas maravilhosas com as quais é possível criar laços de amizade maravilhosos. Não vale a pena implicar com eles, até porque, vamos combinar que é uma burrice deixar de tirar boas notas para ser mais “legal”.
E se eu sou uma CDF assumida e com orgulho de poder dizer que nunca me estressei no final de ano com aquele maldito cálculo de “quanto falta pra tirar em tal prova”, não consegui convencer que estudar não tira pedaço. Vou mais uma vez utilizar dizeres de Bill Gates, que, querendo ou não, é um bom exemplo de sucesso.
“Seja legal com seus amigos/colegas nerds - aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles”.
Postado porEspaço (pré)universitrárioàs20:301 comentários